- “Se o febendazol e o mebendazol são vermífugos de cavalo vendidos por centavos, por que há centenas de relatos de remissão de câncer com seu uso — e a medicina oficial se recusa a investigar?”
- “O que a ivermectina, um antiparasitário que deu o Prêmio Nobel, tem a ver com câncer — e por que os estudos que mostram seu potencial oncológico foram sistematicamente ignorados?”
- “Se essas drogas são baratas, seguras e com décadas de uso, qual o real motivo para não serem incluídas em protocolos oncológicos — falta de evidência ou falta de interesse econômico?”
- O febendazol e o mebendazol pertencem à classe dos benzimidazóis. São usados há décadas como anti-helmínticos de amplo espectro — matam vermes intestinais por inibirem a polimerização da tubulina, uma proteína essencial para o citoesqueleto das células. E é exatamente esse mecanismo que os torna interessantes na oncologia. As células cancerígenas têm uma taxa de divisão acelerada e dependem de um citoesqueleto funcional para se multiplicar e migrar. O mebendazol inibe a formação de microtúbulos nas células tumorais de forma seletiva — afetando mais as células cancerosas que as saudáveis. Estudos pré-clínicos mostraram que o mebendazol inibe o crescimento de linhagens de câncer de pulmão, cólon, mama e melanoma. O caso mais famoso é o do americano Joe Tippens, que em 2016 foi diagnosticado com câncer de pulmão em estágio IV com metástases generalizadas. Ele começou a tomar febendazol — um vermífugo veterinário — por conta própria, após ler relatos online. Em poucos meses, seus exames mostraram remissão completa. Ele está vivo até hoje. A história viralizou. Milhares de pacientes começaram a usar. E a resposta da oncologia oficial? Silêncio. Porque se um remédio de cavalo, que custa centavos, funciona, o que isso diz sobre o sistema bilionário de quimioterápicos?
- A ivermectina foi descoberta por Satoshi Ōmura e William Campbell, que ganharam o Prêmio Nobel de Medicina em 2015. É um dos medicamentos mais seguros e mais utilizados da história da humanidade. Na oncologia, o mecanismo é múltiplo: ela inibe a proteína PAK1, que está superexpressa em mais de 70% dos cânceres humanos e é ativada por mutações no gene KRAS — um dos mais difíceis de tratar. A ivermectina também induz apoptose por estresse oxidativo seletivo nas células tumorais, inibe a angiogênese (formação de novos vasos que alimentam o tumor), reverte a resistência a múltiplas drogas quimioterápicas ao inibir a glicoproteína-P, e modula o sistema imunológico. Estudos in vitro e em animais mostraram atividade contra câncer de mama, próstata, ovário, glioblastoma, leucemia e melanoma. Um estudo de 2021 publicado na revista Anticancer Research mostrou que a ivermectina, combinada com quimioterapia, aumentou significativamente a sobrevida em pacientes com câncer de mama metastático. Mas a ivermectina foi tão difamada durante a pandemia que qualquer discussão sobre seu potencial oncológico foi contaminada. A pergunta que um jornalista corajoso deveria fazer é: quantas vidas poderiam ter sido salvas se o preconceito ideológico não tivesse bloqueado a investigação científica?
- Essa é a pergunta mais incômoda de todas. Febendazol, mebendazol e ivermectina são medicamentos genéricos, fora de patente, que custam centavos por dose. Não há incentivo econômico para realizar grandes ensaios clínicos randomizados — que custam centenas de milhões de dólares. A indústria farmacêutica não vai investir bilhões para provar que um remédio de R$ 5 cura câncer. Mas a ausência de grandes estudos não é ausência de evidência. Existem dezenas de estudos pré-clínicos, relatos de caso, e até ensaios clínicos de fase inicial mostrando segurança e eficácia. O que falta é vontade institucional. O sistema médico exige “evidência de nível 1” para incorporar um tratamento, mas se recusa a financiar os estudos que gerariam essa evidência. É um ciclo vicioso que mantém o monopólio dos tratamentos caros. No meu livro, eu chamo isso de “a ausência de evidência não é evidência de ausência”. O paciente tem o direito de saber que existem opções. O direito de escolher. O direito de tentar. A medicina integrativa não propõe abandonar a quimioterapia — propõe somar ferramentas seguras, acessíveis e com respaldo científico preliminar. O drug repurposing é o futuro da oncologia. O problema é que o futuro incomoda quem lucra com o presente.
Dr PABLO LLOMPART CRM 96911 whas app (11) 93476-4250
Autor do livro : “FORA DA MATRIX — O TERRENO QUÂNTICO QUE CURA O CÂNCER”.



