Em um intervalo de apenas 24 horas, o Brasil foi confrontado com uma série de crimes brutais que resultaram na morte de três crianças em diferentes estados. Os casos, marcados pela violência e traição de confiança, expõem a alarmante vulnerabilidade infantil e a falha de figuras que deveriam ser protetoras. Mães, um padrasto e um amigo da família estão entre os principais suspeitos, lançando uma sombra de horror sobre as comunidades afetadas.
O primeiro caso chocante veio de São Paulo, onde a tatuadora Giovana Chiquinelli Marcatto, de 26 anos, foi presa sob a acusação de envenenar seu próprio filho, o bebê Dante Chiquinelli Marcatto, de apenas 9 meses. A criança foi levada ao hospital pela mãe, que alegou que o filho “não aparentava estar bem”, mas a investigação policial rapidamente transformou o caso de “morte suspeita” em acusação de assassinato.
No Mato Grosso do Sul, a pequena Emanuelly Victoria Souza Moura, de 6 anos, foi vítima de um crime bárbaro. Ela foi sequestrada, estuprada e estrangulada por um amigo da família conhecido como “Gordinho”, identificado como William. Câmeras de segurança registraram a menina caminhando com o suspeito, que era conhecido dos pais, intensificando a dor e a sensação de traição.
Em Carapicuíba, na Grande São Paulo, um casal foi preso em flagrante acusado de matar uma menina de apenas três anos, filha da mulher e enteada do homem. A criança apresentava sinais de violência extrema, incluindo hematomas e marcas de mordidas por todo o corpo. Rita de Cassia Lemos da Silva e Vinicius Domingues dos Santos enfrentarão acusações de homicídio, além de tráfico de drogas e porte de arma de fogo de uso restrito, crimes descobertos durante a investigação.