Mãe morre dias após perder a filha na mesma explosão de prédio em Londrina

Morreu no domingo (12) a terceira vítima da explosão ocorrida na cobertura de um prédio em construção, em Londrina, no norte do Paraná. Juliana Carvalho, de 36 anos, estava internada há 43 dias no Hospital Universitário (HU) devido às graves queimaduras sofridas no incidente, registrado em 30 de agosto.

Juliana era mãe de Érica Cristina, de 19 anos, que também não resistiu aos ferimentos causados pela explosão e teve a morte confirmada em setembro. Além das duas, outra vítima identificada como Cristiane Galvão também faleceu.

Explosão em prédio em obras em Londrina

No dia 30 de agosto, quatro mulheres que trabalhavam em uma empresa de limpeza realizavam serviços na cobertura do prédio, em fase final de construção. Segundo a Polícia Civil, uma lata de thinner teria sido deixada aberta e, ao ligarem uma lixadeira, uma faísca provocou a explosão.

Equipes do Samu e do Siate foram acionadas e prestaram os primeiros socorros no local. As vítimas foram encaminhadas ao HU com queimaduras que atingiam entre 60% e 90% do corpo.

Uma mulher de 60 anos foi a única sobrevivente. Outra trabalhadora, que também estava no local, recusou atendimento médico.