O que parecia uma simples brincadeira quase terminou em tragédia. A inglesa Cat Davies, de 38 anos, acreditou que o filho, Henry, de apenas 3 anos, estivesse fazendo caretas e brincando. Dias depois, descobriu que ele estava sofrendo uma sequência de mini-AVCs.
Tudo começou quando o menino apareceu com o sorriso torto enquanto brincava com um primo. O episódio durou poucos minutos e se repetiu outras vezes no mesmo dia. Como Henry também estava rindo e se divertindo, a mãe não suspeitou de nada.
Semanas depois, porém, o garoto voltou a agir de forma estranha. Ele ria sem motivo, começou a cambalear e perdeu a força no lado direito do corpo. Foi nesse momento que Cat percebeu que algo estava muito errado e acionou o serviço de emergência.
No hospital, Henry passou por 23 exames em apenas 24 horas. Os médicos descobriram que ele havia sofrido oito ataques isquêmicos transitórios (AITs), conhecidos como mini-AVCs.
Segundo os especialistas, os episódios podem ter sido provocados pela catapora, doença que pode aumentar o risco de AVC em crianças nos meses seguintes à infecção.
Hoje, aos 4 anos, Henry está bem, não teve novos episódios e faz uso diário de medicamentos para evitar outro AVC. Apesar de pequenas lesões no cérebro, os médicos afirmam que ele não sofreu comprometimento das funções essenciais.
fonte: metrópoles



