Uma mulher que estava foragida da Justiça foi presa pela Guarda Civil Municipal (GCM) no último sábado (14) após se envolver em uma briga dentro de uma residência em Maringá, no norte do Paraná. A ocorrência teve início depois que vizinhos acionaram o Centro de Controle Integrado (CCI) para denunciar uma confusão no imóvel.
De acordo com a Guarda Municipal, o endereço já era conhecido pelas equipes de segurança por registros anteriores de ocorrências. Diante do chamado, agentes foram enviados ao local para verificar a situação relatada pelos moradores.
Ao chegarem à residência, os guardas encontraram um homem e uma mulher discutindo. O homem estava bastante agitado e apresentava um arranhão no rosto, indício de que poderia ter sido agredido durante o desentendimento.
Segundo os agentes, o homem afirmou que pretendia registrar denúncia contra a mulher. Apesar do clima tenso no momento da chegada da equipe, a situação foi inicialmente controlada pelos guardas.
Ainda conforme a GCM, a mulher apresentava comportamento alterado e sinais de que poderia estar sob efeito de entorpecentes. Mesmo após a intervenção, ela continuou demonstrando agressividade.
Embora o casal tenha afirmado que não queria ir à delegacia naquele momento, os agentes realizaram o procedimento padrão de identificação das pessoas envolvidas. Durante a consulta aos sistemas de segurança pública, foi constatado que havia um mandado de prisão em aberto contra a mulher.
Ao ser informada de que precisaria ser encaminhada à delegacia, a suspeita reagiu de forma exaltada. Ela tentou resistir à abordagem e chegou a tentar voltar para dentro da residência para evitar a detenção.
Em seguida, de forma inesperada, a mulher retirou as próprias roupas e ficou completamente nua diante dos guardas municipais. Os agentes tentaram contornar a situação, cobrindo-a com peças de roupa e uma toalha.
Após ser contida, ela foi colocada na viatura e encaminhada à 9ª Subdivisão Policial de Maringá. Durante o trajeto até a unidade policial, porém, a mulher acabou danificando o interior do veículo da Guarda Municipal.
De acordo com os agentes, a atitude pode configurar o crime de dano qualificado, por envolver patrimônio público. A Guarda Civil Municipal não informou qual era o motivo do mandado de prisão em aberto contra a suspeita.
O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que dará continuidade aos procedimentos legais e às investigações.
fonte: obemdito



