Um morador da Califórnia, nos Estados Unidos, viveu uma situação inesperada após comprar urnas funerárias para dividir entre familiares as cinzas do avô, morto no ano passado. Ao abrir um dos recipientes adquiridos pela internet, ele percebeu que o produto já continha restos mortais de outra pessoa.
Mark Culbertson contou à imprensa local que adquiriu as urnas por meio da plataforma Amazon. Segundo ele, ao verificar os itens recebidos, notou que um dos potes estava preenchido com uma substância acinzentada semelhante a cinzas humanas.
Intrigado com a descoberta, Mark decidiu tentar identificar a quem pertencem os restos mortais para devolvê-los à família correta. Ele afirmou que considera importante garantir um destino digno à pessoa cujas cinzas foram encontradas dentro da urna.
O norte-americano procurou a empresa responsável pela venda, mas disse ter ficado frustrado com a resposta recebida. Conforme relatou, a plataforma informou que a compra havia sido realizada há cerca de um ano e ofereceu apenas o reembolso do valor pago pelo item, equivalente a aproximadamente US$ 20. Ainda segundo ele, a orientação recebida era de que poderia manter ou descartar a urna.
Inconformado, Mark decidiu expor o caso à imprensa local. Após a repercussão, representantes do atendimento da Amazon voltaram a procurá-lo e sugeriram que a urna fosse encaminhada a uma funerária, com promessa de reembolso dos custos envolvidos. Mesmo assim, ele recusou a proposta.
Em nota enviada à emissora KABC, a Amazon informou que mantém contato com a Truepoint Memorials, loja responsável pela venda do produto, e que o caso segue sob investigação.



