A Coreia do Norte voltou a chamar a atenção do mundo ao revelar uma nova geração de armamentos. Segundo a agência estatal KCNA, o regime testou um míssil balístico equipado com bomba de fragmentação, além de uma arma de pulso eletromagnético — tecnologia capaz de desativar sistemas eletrônicos em larga escala.
Os testes fazem parte de uma estratégia para demonstrar força militar e modernização bélica, reforçando a capacidade do país de atuar em cenários de guerra tecnológica.
As operações foram conduzidas pela Academia de Ciências da Defesa em parceria com a Administração de Mísseis. Também foram avaliadas bombas de fibra de carbono e um sistema móvel de defesa antiaérea de curto alcance, ampliando o leque de armamentos estratégicos do regime.
O general Kim Jong Sik, responsável pelos testes, classificou os novos recursos como “ativos especiais”, destacando o papel dessas tecnologias no fortalecimento das Forças Armadas.
Enquanto isso, a Coreia do Sul confirmou que vários lançamentos de mísseis foram realizados ao longo de dias consecutivos, aumentando o clima de alerta na região.
Especialistas apontam que a movimentação é uma clara demonstração de poder da Coreia do Norte — tanto para adversários quanto para aliados — e evidencia o avanço em armas convencionais de alta tecnologia, além de seu arsenal nuclear já conhecido.
O cenário se torna ainda mais sensível diante de articulações diplomáticas em curso. O chanceler da China, Wang Yi, iniciou uma visita oficial ao país, enquanto cresce a expectativa sobre um possível encontro entre o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un.
Nos bastidores, analistas alertam: mais do que testes, os movimentos indicam um recado direto ao mundo sobre o nível de preparo militar do regime.
fonte: banda B



