Um homem de 55 anos perdeu a vida em uma academia de Olinda, Pernambuco, enquanto praticava um exercício conhecido como “pegada suicida” no supino. O trágico incidente reacendeu o debate sobre a segurança e a supervisão adequadas durante atividades físicas de alto risco.
Ronald José Salvador Montenegro realizava o exercício quando a barra carregada escapou de suas mãos, atingindo-o fatalmente. A “pegada suicida”, como é popularmente chamada, consiste em posicionar as mãos próximas à extremidade da barra, aumentando a amplitude do movimento e, consequentemente, o risco de acidentes.
Especialistas alertam que a execução correta dessa variação do supino exige técnica apurada e acompanhamento profissional constante. “É fundamental que haja um profissional qualificado para supervisionar e orientar o praticante, garantindo a segurança durante todo o exercício”, enfatiza um preparador físico consultado.
O caso serve de alerta para a necessidade de academias reforçarem seus protocolos de segurança e oferecerem supervisão individualizada aos alunos, especialmente em exercícios que apresentam maior potencial de risco. A conscientização sobre os perigos e a importância da técnica correta são cruciais para evitar novas tragédias.
As autoridades locais estão investigando as circunstâncias do acidente. A academia onde o incidente ocorreu ainda não se pronunciou sobre o ocorrido, mas espera-se que medidas preventivas sejam tomadas para garantir a segurança de seus frequentadores.



