Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é o centro de uma nova polêmica. Segundo informações reveladas pelo Poder360, Lulinha teria recebido pagamentos mensais na ordem de R$ 300 mil de Antônio Carlos Camilo Antunes, apelidado de Careca do INSS, atualmente preso. A denúncia partiu de um ex-funcionário de Antunes, acendendo um debate acalorado sobre a conduta do filho do presidente.
O testemunho que desencadeou essa investigação foi prestado por Edson Claro, ex-colaborador de Careca do INSS. Claro, que chegou a ser considerado para inclusão na CPMI do INSS, detalhou não apenas a suposta mesada, mas também uma alegada sociedade entre Lulinha e Antônio Carlos, além de viagens conjuntas a Portugal. “Segundo Edson, além da mesada, Lulinha teria mantido sociedade com Antônio Carlos e realizado viagens a Portugal junto com ele”, informa o Poder360.
Ainda de acordo com o depoimento, o montante total repassado a Lulinha poderia chegar a R$ 25 milhões. Entretanto, detalhes cruciais como a moeda utilizada e o período exato dos pagamentos permanecem obscuros. Vale ressaltar que, até o momento, não há confirmação oficial dessas alegações, e o próprio Edson Claro afirma sentir-se ameaçado por seu ex-empregador.
O depoimento de Claro, datado de 29 de outubro de 2025, foi acessado parcialmente por membros da CPMI do INSS e pelo site Poder360, sob a condição de que a íntegra não fosse divulgada. A convocação de Edson Claro para depor na CPMI teria enfrentado forte resistência, principalmente por parte de parlamentares da base governista, culminando no seu impedimento de comparecer à comissão.
Diante das acusações, tanto Lulinha quanto Careca do INSS negam qualquer irregularidade. Até o momento, nenhum dos dois se manifestou oficialmente sobre os pagamentos mencionados por Edson Claro. A ausência de uma resposta oficial adiciona ainda mais incerteza ao caso, enquanto aguarda-se o desenrolar das investigações e possíveis novos desdobramentos.



