Investigação confirma que Amanda da 160 participava de racha antes de sofrer acidente

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Via: Taroba News

A Polícia Civil segue investigando a morte da youtuber Amanda Andrade Maturana, de 22 anos, que era conhecida como Amanda da 160. Ela morreu no dia 6 deste mês no encontro das ruas União Soviética e Iugoslávia, na zona sul de Londrina, após cair com sua moto, uma Yamaha Xj6 de 600 cilindradas. 

O delegado responsável pelo caso, Edgard Soriani, apurou que a jovem realmente estava participando de um racha pouco tempo antes de morrer. “Foi um encontro entre motoqueiros para combinar o tipo proibido de situação que é o racha e foi feita uma denúncia para a Polícia Militar. A equipe foi até o local para acabar com esse evento clandestino e criminoso. Ela teria fugido da polícia e sofrido um acidente por culpa exclusivamente dela”, ressaltou. 

A PM já tinha afirmado na noite do acidente que realizou um acompanhamento tático após Amanda da 160 iniciar uma fuga da viatura. Mas a versão sustenta que os policiais ao perceberem que ela estava realizando manobras perigosas, colocando a vida da equipe e de terceiros em risco, abortaram a perseguição perto da rua Bélgica. No momento em que caiu, a viatura já não estava mais atrás dela. 

A Delegacia de Trânsito vai instaurar um segundo inquérito com o objetivo de encontrar testemunhas que estavam no local do racha, na avenida dos Expedicionários. “Se os responsáveis pela organização, forem identificados podem ser responsabilizados criminalmente”, explicou Soriani. 

Amanda da 160
Seu último vídeo foi publicado no dia 1º, quando revelou aos seguidores que teria comprado uma nova moto, a Yamaha Xj6 de 600 cilindradas, uma semana antes de sua morte. No dia do acidente fatal, tinha 73 mil inscritos e mais de 2 milhões de visualizações no canal do YouTube. Os números subiram para 100 mil inscritos e mais de 4,2 milhões de views. 

O velório da Amanda foi marcado por muitas homenagens de amigos, familiares e fãs. Diversos motociclistas compareceram na capela mortuária e sepultamento. Alguns dias depois, a família dela divulgou um comunicado relatando o sentimento de tristeza e revelando que a velocidade era uma das preocupações de todos. 

Rachas em Londrina
A Polícia Civil ainda pede para que a população denuncie eventos como rachas nos telefones 190 da Polícia Militar ou (43) 3325 7570 da delegacia. “Nós iremos apurar, junto com a Polícia Militar vamos fazer operações para coibir esse tipo de situação que além de criminosa pode causar fatalidade como essa”, garantiu o delegado. 

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