Brasil: Anvisa investiga morte de adolescente após vacinação com Pfizer, mas mantém o uso do imunizante

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou nesta quinta-feira (16/09) que investiga a morte de uma adolescente de 16 anos após aplicação da vacina Pfizer.

A Anvisa ressalvou que “não existem evidências que subsidiem ou demandem alterações nas condições aprovadas para a vacina”. Ou seja, manteve o imunizante em uso.

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez menção à morte de um jovem após a vacinação, durante uma entrevista coletiva na qual anunciou a suspensão da vacinação de Covid de adolescentes sem comorbidade.

Houve um registro de uma morte de um jovem em São Bernardo do Campo (SP) que ainda está sendo investigada e não há comprovação de que tenha relação direta com a vacina – por enquanto, o que se sabe é que o jovem morreu na mesma época em que tomou a vacina. O caso, no entanto, foi citado por Queiroga como um exemplo de riscos que estariam sendo assumidos pelos Estados. A vacina aplicada foi a Pfizer, autorizada pela Anvisa para essa faixa etária.

Em nota, o governo de São Paulo classificou de “irresponsável” a disseminação de informações sobre o caso que, de acordo com o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado, ainda está em investigação. “Qualquer afirmação ainda é precoce e temerária”, afirmou.

A utilização da vacina da Pfizer para adolescentes entre 12 e 15 anos foi aprovado pela Anvisa em junho de 2021. Para essa aprovação, foram apresentados estudos de fase 3, dados que demonstraram sua eficácia e segurança. Antes disso, seu uso já era permitido para jovens a partir de 16 anos.

Fonte: ricmais.com.br

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