A taxa de desemprego no Brasil atingiu, no ano passado, o menor nível da série histórica iniciada em 2012 em 19 estados e no Distrito Federal. Em 2025, o índice anual ficou em 5,6%, recuo de 1 ponto percentual em relação a 2024. As informações são da (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua).
Além disso, o índice ficou em 5,1% no 4° trimestre de 2025, o que mostra uma redução frente ao trimestre anterior (5,6%) e recuando 1,1 ponto percentual comparado com o mesmo trimestre móvel de 2024 (6,2%).
Segundo o instituto, as maiores taxas em 2025 foram registradas na Bahia (8,7%), Pernambuco (8,7%) e Piauí (9,3%). Já as menores ficaram com Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%).
Estados que atingiram a menor taxa anual de desocupação:
Bahia (8,7%), Amazonas (8,4%), Rio Grande do Norte (8,1%), Amapá (7,9%), Sergipe (7,9%), Distrito Federal (7,5%), Pará (6,8%), Maranhão (6,8%), Ceará (6,5%), Paraíba (6,0%), São Paulo (5,0%), Tocantins (4,7%), Minas Gerais (4,6%), Goiás (4,6%), Rio Grande do Sul (4,0%), Paraná (3,6%), Espírito Santo (3,3%), Mato Grosso do Sul (3,0%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso (2,2%).
Em relação à informalidade, o IBGE informou que a taxa anual foi de 38,1% da população ocupada. Os maiores índices foram no Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%) e os menores, em Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29,0%).
Rendimento médio anual chega a R$ 3.560 em 2025, com DF liderando e Maranhão na última posição
A pesquisa também mostra o valor anula do rendimento real habitual dos trabalhos, que chegou a R$ 3.560 em 2025.
Os maiores valores foram do Distrito Federal (R$ 6.320), São Paulo (R$ 4.190 e Rio de Janeiro (R$ 4.177). Os menores valores foram de Maranhão (R$ 2.228), Bahia (R$ 2.284) e Ceará (R$ 2.394).



