Permita-me errar

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Por Adriano de Abreu

Eu sei, tenho errado. Mas deixa eu tentar me explicar, só errei por querer acertar.

Desde pequenos erramos, movidos pela curiosidade, e apesar dos avisos de “não mexe nisso”, “desce já daí”, acabamos errando, é um vaso que se quebra, uma janela do vizinho que se estilhaça, e lá vem o castigo da mãe.

Passa o tempo, mas a curiosidade nunca se vai, a busca por experiências só aumenta na medida que os anos se acumulam, e apesar dos avisos de “não vai te fazer bem”, “não faça mais isso”, acabamos errando, é um coração que se quebra, é mais uma decepção no meio de tantas, e lá vem o castigo da vida, diferente da sua mãe, a vida tende a ser mais cruel, a vida vai te derrubar, você vai ter que recolher os seus cacos por conta própria e continuar, vai te ensinar.

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